26/04/2008
Linux, Ubuntu
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Acabei de instalar a última versão do Unbuntu, a versão de abril/08 8.04.
Antes de fazer a instalação, eu já havia lido alguns comentários daqueles que andaram instalando a versão beta para testes.
Um dos pontos que me chamou muito a atenção nestes comentários, foi em relação à novos programas, e novo visual.
Para ser bem honesto, inicialmente não há grandes diferenças em relação aos softwares da versão 7.10. À primeira vista o mesmo de sempre. Na medida em que vc vai abrindo os programas habituais vc vai percebendo uma novidade aqui, outra alteração ali, apenas um nome trocado acolá, etc.
Por exemplo: o terminal de linha de comando passou a ser chamado de “Consola”. Acredito ser apenas um engano de tradução. A janelinha de controle de grupos e usuários pode ser aberta normalmente sem precisar informar uma senha com permissões de super usuário, para isto existe um botão “Desbloquear”, que aí sim, uma senha é solicitada. A tela de monitoria do sistema foi alterada, está mais bonita, com novos ícones e distribuição dos dados alterada.
Dentre tudo o que vi até agora, o que mais me chamou a atenção, e realmente na minha humilde opinião foi o grande destaque, é o fator performance. Impressionante, é a palavra que encontro para a diferença de velocidade entre a versão anterior e esta 8.04.
Esta característica é perceptível já durante o boot. Muito rápido. Na minha máquina algo em torno de 15 segundos após a tela de seleção do GRUB e já estou na tela de login.
A abertura dos aplicativos também melhorou, desde simples aplicativos como o Nautilus e o Synaptic (incluindo a pesquisa por pacotes, que era demorada), até o OpenOffice. Eu realmente nunca tinha visto o Writer ou o Calc abrir tão rápido.
Enfim, minha avaliação final para a nova versão não é diferente das avaliações anteriores, o Ubuntu vem se superando a cada versão.
Me atrevo a dizer que o Ubuntu realmente deve ser a distro Linux recomendada para todos os tipos de usuários que procuram por um sistema operacional alternativo. Não há outra distro Linux com tanta facilidade de utilização e satisfação quanto o Ubuntu. Digo isto com uma certa bagagem de quem já passou por várias distros, desde o Slackware e Conectiva até o RadHat e Fedora.
Vai logo pegar o Ubuntu 8.04!

06/07/2007
Debates, Informática, Linux, Windows
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No site Webinsider foi postado um texto, muito bem escrito por Gilberto Alves Jr., descrevendo “10 motivos para preferir o Windows ao Linux“.
A iniciativa foi muito boa, pois dá abertura para discussão e acredito que os pontos podem ser debatidos fortemente.
Segue um pequeno texto comentando cada um dos 10 pontos levantados:
1. Múltiplas áreas de trabalho
De maneira alguma é um motivo o fato de encontrar um programa que lhe permite ter mais de uma área de trabalho no Windows. Isso é sim, encontrar um comportamento semelhante entre os sistemas.
2. Objectdock
O mesmo que o item 1. Encontrar um programa que faz o mesmo não é motivo.
3. Google Desktop
Este deixou de ser motivo.
4. Photoshop
Isto sim pode ser um bom motivo. Desde que vc utilize um programa que somente existe para Windows, não há o que se discutir. Entretanto isto é bem relativo, pois pode ser um motivo para quem utiliza o Photoshop, para quem não utiliza não é.
5. Macromedia Flash/Dreamweaver
Também muito relativo. Mas neste ponto exclusivo é mais uma questão preferencial de cada um. Não acredito que seja um motivo.
6. Internet Explorer
Não é motivo. O Firefox vem crescendo ferozmente e cada vez mais observamos que os sites tem se adaptado melhor à este browser. Na verdade hoje em dia são raros os sites que não são bem apresentados neste browser. Ainda mais pelo fato de que a grande maioria dos desenvolvedores web inclinam mais para o Firefox ao IE.
7. Google Talk
Também não pode ser classificado como motivo para utilizar Windows. Utilizar ou não GTalk é uma preferência pessoal, assim como o Pidgim ou MSN. Além do mais, existe o GTalk via web. Não é motivo.
8. Personalização
Mais uma vez uma preferência pessoal que não deve ser levada em consideração na escolha do Sistema Operacional. Além do mais, o Linux é claramente mais personalizavel do que o Windows, não apenas pela variedade de interfaces gráficas disponíveis como KDE, Gnome e outros, mas também pela variedade de temas disponíveis para cada uma destas interfaces.
9. Rapidez e Estabilidade
A velocidade de processamento é muito relativa. Está ligada diretamente ao poder do processador, memória, HD, etc. Mas ainda assim, no Linux é realmente possível ter apenas programas essenciais, diferente do Windows, que tem uma instalação básica padrão em que existem programas que ninguém nunca viu ou sabe para que servem. A estabilidade por enquanto não precisa nem ser comentada. Mais uma vez: não é motivo.
10. Segurança
Acredito que é necessário um conhecimento suficientemente alto para entrar em níveis baixos de detalhes sobre as diferenças de segurança entre Windows e Linux. Porém, como exemplo, no Linux muitos, diria a maioria, dos usuários nem anti-virus utilizam. O fato de existirem programas de segurança confiáveis para Windows é um benefício, não é um motivo.
Conclusão
Nenhum dos 10 pontos apresentados podem ser considerados motivos para utilização do Windows ao Linux. São sim pontos preferenciais de utilização e um único ponto por necessidade, em relação ao Photoshop. Acredito que apresentar estes mesmos pontos como “10 motivos para utilizar o Linux” seria muito mais adequado.
06/07/2007
Diversificado, Informática, Linux
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Foi postado no site Webinsider um texto elencando 10 motivos para utilizar Windows ao ivnés de Linux. Há muitos pontos para debate.
Confira na íntegra o artigo que coloca o texto na balança:
http://canal.meira.net/10-motivos-para-preferir-o-windows-ao-linux/
27/05/2007
Corporativo, Informática, Linux
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Como eu já mantinha no site antigo, sou usuário do Ubuntu Linux há alguns anos, e tenho grande satisfação em estar sempre divulgando minhas experiências com em Sistema Operacional.
Infelizmente, no meu trabalho preciso utilizar o Windows como Sistema Operacional, por uma série de razões, e a principal delas é que a empresa utiliza em todos seus terminais o Windows.
Certa vez consegui convence-los à utilizar meu notebook, pois estavam precisando urgentemente de uma máquina para que outra pessoa pudesse trabalhar. Logo, aproveitei a deixa e gentilmente ofereci a maquina com a qual eu trabalhava. E para isto, eu deveria utilizar meu notebook.
Enfim, consegui utilizar o Ubuntu no cotidiano corporativo. E estava prestes a experimentar a vida Linux dentro de uma corporação que respira Microsoft em todos os cantos.
O primeiro passo foi checar a possibilidade de utilizar os recursos em rede, como o diretório comum na rede utilizado pelos usuários. Pimba… uma simples conexão com o servidor foi necessária para realizar tal façanha e tudo funcionando perfeitamente. Inclusive a navegação pela rede é possível de utilizar para encontrar máquinas e diretórios necessários.
Tudo funcionou perfeitamente e em alguns casos até melhor do que no modelo antigo, como acesso ssh e edição de arquivos textos pelo vi. Documentos em texto, planilhas eletrônicas, conexão com banco de dados, acesso à internet, conexão à outras máquinas remotas. Tudo! Não ficou nada de fora. Pra mim, que já utilizo linux em outros sabores também, há vários anos, foi mesmo surpreendente. Pois nunca havia tido a oportunidade de utilizar um Linux como Desktop (ou área de trabalho) dentro de grandes empresas. Este sistema era visto apenas como servidor.
Quando eu já estava me habituando a este novo estilo, cerca de 2 ou 3 semanas, recebo a notícia de que iria receber uma nova máquina. De acordo com os padrões de segurança da empresa, eu deveria utilizar uma máquina com Windows e toda família Microsoft.
Foi uma pena. Mas esta experiência já foi suficiente para que eu pudesse comprovar que é possível sim utilizar um sistema livre dentro de grandes corporações com o mesmo desempenho - ou até melhor - que utilizando o Windows.
Agora, eu realmente fico com uma pulga atrás da orelha para entender qual a razão de determinados departamentos serem obrigados a utilizar Windows como sistema operacional em suas máquinas, já que é possível ter um custo muito menor de aquisição utilizando o Linux, e sem perda de desempenho.
Como recentemente a Dell, ouvindo seus clientes, adotou o Ubuntu como mais uma opção de sistema operacional para seus produtos, é bem provável que o número de corporações que adotem a utilização do Linux em seus departamentos aumente. Mas este será um assunto para um outro post.
07/09/2005
Informática, Linux
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Entrei em um momento em que estou tentando encontrar uma distribuição Linux que seja mais adequada para as minhas necessidades.
Sempre fui uma pessoa incomodada com as distruibuições. Mesmo na época em que utilizava Windows eu formatava pelo menos 1 vez por mês o HD e fazia uma instalação nova. Não sei explicar este tipo de atitude, mas sempre fui assim.
Com o Linux não é diferente, estou sempre experimentando distros diferentes. Pelo meu HD já passaram diversas delas como Debian, Slackware, Red Hat, Conectiva, Fedora, SuSE, Mandrake, Kurumin, e muitas, muitas outras…
Agora virou moda os chamados Live CD, o que facilita ainda mais este meu disturbio mental em relação aos sistemas operacionais. Recentemente testei (pouco) o Ubuntu, e este foi pelo Live CD, não precisei formatar, o que me agrada muito fazer este tipo de teste, pois posso avaliar como está a evolução de cada distribuição, e conhecer assim diversas “etinias” linuxistas.
Na verdade mesmo, o que eu gostaria de fazer, e é um projeto no meu TODO List, é construir uma distro minha personalizada. Mas isto tomaria muito tempo, apesar de que a remasterização de distribuições como Knoppix, Kurumin, Ubuntu é bem facilitada, mas o grande impacto é, sem dúvida, o suporte aos drivers. As atualizações nem é o grande impactante, pois se eu optar por uma distro baseada no Red Hat, Mandrake ou Conectiva, posso utilizar o Yum ou up2date para este trabalho de atualização, se escolher algo baseado no Debian posso contar com o fantástico apt-get, enfim, acho que o grande impacto são os drivers, os malditos drivers!
De qualquer forma, acho que um dia vou encontrar tempo, e saco, para esta façanha e com certeza terei uma distro especialmente para programadores! 
Enquanto este dia não chega, vou alimentando meu vício por novas instalações Linux através das excelentes distros que por aí são criadas… e sempre vou postando as novidades e avaliações que eu fizer sobre elas.
07/09/2005
Informática, Linux
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Baixei o Ubuntu Linux pois li em alguns artigos a respeito desta distribuição linux, por ser uma distro bem amigável e tudo mais. Inclusive em seu slogan diz “Linux para seres humanos”.
Porém, pelo que pude testar, não há nada de extraordinário. É uma excelente plataforma, rápido e tão fácil quanto trabalhar no Slackware.
Acho que é melhor continuar com o Fedora mesmo, pois a nível de programas, atualizações e facilidade de uso ainda está sendo a melhor distro até o momento.
07/09/2005
Informática, Linux
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Esta mensagem eu mandei para o Demian, então vou aproveita-la para postar aqui:
Instalei o Fedora em casa e gostei muito do visual do Gnome. Só
não gostei das barras de ferramentas, mas acho que é configurável, vou ver
ainda.
Achei estranho que na primeira tentativa de instalação, em que eu
selecionei os pacotes desejados, a instalação travou, ficou “horas” em
“faltando 25 minutos”, daí reiniciei e selecionei uma instalação padrão,
acho que de “ambiente de trabalho”. Daí instalou legal.
A primeira coisa que fiz pós-instalação foi, *claro* tentar fazer a
conexão
à internet. Utilizei o Wizard e o programa gráfico de configuração, mas,
não sei se por erro meu, mas não funcionou. Conectava o dispositivo mas
não estava conectado à internet. Solução: linha de comando. Tive que
configurar via linha de comando mesmo, usando o adsl-setup, daí conectou
legal.
Um coisa que gostei muito foi o “gerenciador de aplicativos”. Achei muito
massa a organização e disposição dos grupos e programas naquele
gerenciador. É bem fácil de instalar e remover programas. Dá uma boa
impressão de que vc tem exatamente os programas que deseja. Agora é fácil
por exemplo fazer a desinstalação do OpenOffice e Firefox em ingles e
instalar uma versão mais nova e em português. Bem simples.
07/09/2005
Informática, Linux
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